Ela nunca escolhia, mas sempre foi escolhida. A antiga jogadora de barrabol (um esporte praticado antigamente) sofreu um acidente muito triste, ficou cega dos dois olhos aos dezessete anos. “A última imagem que eu vi foi uma foto de um navio no álbum de imagens de uma amiga da minha mãe”, disse Dorina. Em seguida, sentiu o impacto de uma cortina de sangue e, daquele momento em diante, nunca mais enxergou.Tempos depois, durante uma viagem em que foi estudar como bolsista de uma fundação para reabilitação de cegos na Universidade de Columbia, em Nova York, EUA, Dorina estava em seu quarto, quando atendeu ao telefone e uma voz grossa, de homem, falou do outro lado. Conversaram por algum tempo, ele ficou curioso para saber quem ela era, e ela disse: “Eu sou a única cega por aqui”. Ele pensou que fosse brincadeira e disse: “E eu sou gordinho e baixinho”. Na verdade ele era alto, magro e bonito, e trabalhava em Nova York e se encontraram logo em seguida. Anos depois, em 1
950, casaram-se e tiveram cinco filhos e 12 netos.Ela criou a Fundação Dorina Nowill para Cegos, que os ensina a ler em braille e atende mais ou menos 21 mil pessoas por ano. Dorina foi diretora da Fundação até se aposentar.
Assista ao vídeo da notícia!
Fontes: Revista da Folha – 14/06/2009, www.blogdorina.files.wordpress.com , www.glamurama.uol.com.br
João Ozi e Luiz Guilherme Avelino – 4ª B.
3 comentários:
Não sabia muitas coisas sobre a Dorina e que história hem
Achei a reportagem de vocês muito legal e bem escrita.
Parabéns!!
Gui e Ozi adorei o texo se não fossem vocês eu não saberia do aniversário dela.
vcs são 10!
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